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Mostrando postagens com marcador Jéssica Barreto. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Falta de tempo é só desculpa, pra ficar perto não precisa de mais do que vontade. Arruma um horário vago aqui, um tempinho ali, manda uma mensagem, um toque, uma frase, um beijo. Basta querer, basta gostar, basta ter sentimento. Isso eu tenho de sobra, e se quiser eu não me importo em dividir com você.
Jéssica Barreto
Esse chove e não molha, esse fala ou não fala, distância multiplicada, uma questão que não é feita. Sabe como é ariano, não sabe? Enjoa tão rápido das coisas, das músicas, das roupas, do vento, quanto mais de pessoas. Se acostumar é seu sobrenome, é meio camaleão, se encaixa aqui, ali, acolá, e acaba partindo pra outro canto. Acho que é isso, tem certos cantos com gente demais, manias não mudadas demais. Certos cantos com mágoas e ressentimentos e palavras não ditas que merecem um tempo. Um tempo pra ficar mais perto talvez, reconhecer os erros e dá mais uns laços nos nós que estão meio frouxos. Ou não, vai saber.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Eu sinto a sua falta. Não é do tipo que esquece a chave em casa e sente falta só quando precisa dela. Talvez não esteja explícito, talvez eu não queira que esteja ou não deixe que fique, pelo fato de que eu preciso que você confie em mim, que acredite em tudo que falo sem ao menos ter que ir atrás de você. Cada um tem sua concepção de amor, e a minha é dessas mais caretas possíveis, a que precisa tanto dar como receber, falar bobagens, contar segredos. Isso eu encontrei numa única pessoa, e acho muito pouco provável que eu vá trocar isso por qualquer coisa que seja. Eu não abro mão de você, não se esquece disso.
 Nada melhor que se arriscar. Provar seus limites, saber qual o gostinho e efeitos colaterais que eles têm. Nada melhor que se permitir, deixar que o tempo construa tijolo por tijolo desse edifício de vontades que andam guardadas por aí, sem coragem de se mostrar. Acredito as vezes que uma pequena dose de deboche não faz mal a ninguém, principalmente diante dessa rotina sufocante e tediosa que insiste em querer ganhar espaço onde ninguém quer. Quebrar a cara não dói pra sempre, aprender é mais proveitoso depois. Correr da oportunidade não te faz melhor, nem pior, apenas igual. Creio eu que ser igual anda repugnante aos olhos de quem gosta do novo. Então, que tal uma pitada de coragem? Morrer de amor não dói, viver também não.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Confiança, a base de tudo. O alicerce de qualquer tipo de relação, é o que te move a fechar os olhos e dizer coisas que saem com naturalidade. Verbalizar pensamentos que não deveriam sair a menos que houvesse um lugar seguro onde guardar, um olhar ou um ouvido seguro para descarregá-los. Alicerces eu encontrei vários pela vida, uns mais fortes, outros mais fracos. Assim como encontrei pedras ocas, dessas que só devolvem o som que você emite, repete, sem querer dizer nada com isso. Bom, depois de tantas idas e vindas encontrei algo maior que isso, desses que você fecha os olhos e deixa que saia tudo que quer sair, sem medo. Não encontrei só um alicerce, mas um amor. E sabe como é, esse último aí quando encontrado, você não manda mais naquilo que faz, pensa ou diz. Apenas fecha os olhos e deixa, deixa que ele por si só se explica.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Eu só não sei onde foi que tudo se perdeu. Também não quero que me diga. Na verdade o que eu quero não sei se seria o mais apropriado, simplesmente pelo fato de que tomará o meu tempo, tomará o seu. Eu quero perder todo o meu tempo com você, é apropriado pra mim. Atenção não se pede, amor não se cobra, sorrisos não se arrancam à força, eu bem sei, e bem sei também que de graça eu tenho tudo isso pra lhe dar. Basta dizer que sim, basta olhar pra mim. Cure a sua dor com as pontas dos meus dedos e me peça pra ficar.

Jéssica Barreto
A  minha saudade é diferente de todas as outras. Porque ela não é simplesmente saudade, saudade a gente sente daquilo que já teve, daquilo que já sentiu. É meio que uma vontade encorpada, daquelas que aperta o peito, que faz sua respiração mudar. Nos falamos, nos despedimos, e antes mesmo de me despedir já estou sentindo sua falta, já começo a contar as horas até que nos falemos novamente. Durmo pensando no jeito que vou te dar bom dia, te espero o dia inteiro, te tenho aqui o dia inteiro em pensamento, só na expectativa de poder matar minha saudade, de ouvir tua voz, de saber como foi seu dia, de ter você pra mim pelo menos pelo tempo que pudermos. Acho que isso se chama urgência. Talvez. Qualquer nome que eu der a isso vai se encaixar perfeitamente, já que quando se ama, qualquer palavra pode significar alguma coisa, pois amar é não saber mais significado algum, de nada, absolutamente nada.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Bem do Silêncio!

Eu não ia reclamar se você chegasse assim de surpresa, como quem não quer nada, com olhar de quem quer tudo. Não ia suspirar de maneira escondida, não, ia gritar para os quatro ventos a falta que me faz, ia pular e te abraçar, e não soltar, e me esconder, te esconder, e ali ficar.

Jéssica B.             Aquele momento embaraçoso em que as palavras somem e só te vem na cabeça ter um colo pra deitar. Que se dane o mundo, que se dane a opinião de quem anda com você. Se esconder às vezes é tão bom, te mostra quem é quem, te mostra quem tu é. Quem é quando está apenas com a própria companhia. O silêncio não é vilão, nunca foi, talvez seja mediador entre o que fazer e o que não fazer, o que se deve ou não dizer. Talvez te faça desistir, talvez te faça seguir em frente. Talvez você nem precise dele. Talvez você precisa de mim. Talvez eu precise de você. Quem sabe esse colo não é o seu, esse silêncio não seja o dos teus olhos conversando com meu sorriso, quem sabe.

terça-feira, 15 de março de 2011

 
E então eu deixei você ir. Não me pergunte o porquê, eu também não sei. Passo cada segundo do meu dia me perguntando isso. Talvez porque queria ver você se segurando na porta não deixando que eu feche, me pedindo pra ficar, cumprindo com sua promessa de que não me deixaria ir nem que eu quisesse. Talvez porque eu não sou forte o suficiente pra cuidar de você, ou idiota demais por achar isso. E então eu vi a minha vida escorrendo pelas minhas mãos. E então eu não tenho mais vida. Você é minha vida, é o amor da minha vida. E eu a perdi. Perdi como se perde uma bola de gude ao chegar da rua, com as mãos escorregadias, molhadas de lágrimas, essas que enchiam minhas mãos a mais de uma semana por não saber o que fazer. Pelo fato de você me ter demais, pelo meu medo, pelo poder que você tem sobre mim. Eu te amo, e você foi a primeira e única pessoa a ouvir isso de mim, e última, talvez. Os meus braços não estão fechados pra você, minha porta está aberta, porque por mais que a vida dê várias voltas, você nunca vai deixar de me ter, eu sou tua, de corpo e alma, sempre.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011


Mania de afastar as pessoas. Não é culpa minha. Não é que eu não goste mais, nem nada disso. É que me acostumo rápido, tanto com a presença quanto com a ausência. Não sou de procurar, entenda isso. Talvez eu esteja sim, mal acostumada a sempre vir alguém. Mas isso não quer dizer que eu tenha esquecido, sabe, e nem que não dou mínima, não é isso. Continuo amando, admirando, querendo mais que tudo. Continuo sorrindo ao lembrar de alguma brincadeira sem graça e da confiança mútua que tivemos, choro ao saber que você sofre com isso. Eu queria ser diferente, juro. O problema é que a gente não escolhe como vai ser, e eu aprendi a me acostumar a ser desse jeito.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Primeiro que você não ama um corpo. Acabe com essa concepção de qual o tipo de pessoa que combina com você e o que não. Cabelo curto, cabelo longo, cor dos olhos ou tamanho do pé. Você ama o cheiro, o piscar de olhos, a maneira de falar, o som do sorriso, a voz. Ama os defeitos e acaba por se acostumar com as qualidades. Você ama o estar perto, a segurança que o outro lhe passa. Ninguém se apaixona só porque gosta dos Beatles ou é um não-fumante. Se não essas pessoas já teriam filas e mais filas na sua porta. Você ama a alma, a essência, o toque. É quando não se consegue descrever o porquê.
Jéssica Barreto
Eu só precisava parar na tua frente. Precisava que você me olhasse, que prestasse atenção em mim, como se não houvesse nada além de nós. Tudo em volta vira nada e nossos olhares conversam. Eu não iria dizer nada, já fiz isso, já consegui falar tudo que queria. Falar é o de menos, você só precisa sentir. Meu olhar ia te fazer acreditar em mim, ver tudo que eu posso fazer pra te ver bem, pra te fazer bem, pra não só querer ver você feliz, mas querer ser feliz com você. Te fazer jogar tua vida em mim, se entregar, assim como eu me entreguei, sem o mínimo medo de ser tua.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Quero tudo como uma primeira vez, como se nunca tivéssemos feito nada parecido antes. Quero que você descubra o quanto te pertenço apenas por meu atos, tudo naturalmente, sem planejar. Ir descobrindo cada pedaço nosso, como se não existisse ninguém mais, cada mania, cada trejeito. Como se fosse eu e você apenas, e essa certeza que temos de que nos amamos. 

Jéssica B.
Não foi desejo, nunca foi. Nem vontade, nem curiosidade, nem nada disso. Foi um choque elétrico meio que de surpresa, desses que te deixa com o corpo arrepiado, coração batendo acelerado e cabelo em pé. Foi sentimento. Não foi planejado, nem premeditado. Foi só um querer estar perto e cuidar, tomar todas as dores e lágrimas como se fossem suas. A vontade e o desejo vieram depois, bem depois. Não foi um lance de corpo, foi um lance de alma. Não foram os olhos, nem os sorrisos, nem o jeito de andar ou de se vestir, foram as palavras. Uma saudade e uma urgência daquilo que nunca se teve mas era como se já tivesse tido antes. Foi amor. É amor. Um corpo só, que se percebeu dividido em dois.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O ‘eu te amo’ apesar de ter sido banalizado, ainda é difícil de se dizer, principalmente quando se sente de verdade. A gente nunca sabe o que a outra pessoa sente, e ser sincero demais pode ser perigoso as vezes. Se tem uma coisa que eu estou quase desistindo de entender é o ser humano, vai ser complicado assim ..  e orgulhoso também, diga-se de passagem.

As pessoas costumam confundir antipatia com timidez , e eu sou uma prova disso. Pra falar a verdade, nem eu me conheço completamente, sou uma mistura de emoções, que variam de acordo com o local, com o tempo, com as pessoas. Tenho medo do medo , pode parecer estranho, mas tenho. Odeio injustiça, e não gosto do cheiro de gasolina. Completamente apaixonada por sorrisos e olhares, principalmente. Extremamente observadora e detalhista, não gosto que me ditem o que fazer, talvez pelo fato de ser egoísta às vezes. Defendo minha opinião até o fim, aquelas certezas que são incontestáveis. Falo pouco, é verdade, mas isso não significa que eu não saiba falar, ou não tenha conteúdo, já ouviu falar que águas paradas são as mais profundas ? sou praticamente um espelho, da forma que me tratam também são tratados, mas tenho plena consciência de que preciso do outro, do próximo, das pessoas. Na verdade não é dependência, pode ser que seja necessidade, pra ficar melhor. Quando menos se espera, você acaba precisando daquela pessoa que voce nunca imaginou nem ter que falar um ‘por favor’ que seja, e isso é uma das leis da vida, não tem como fugir, sempre acontece, cedo ou tarde.
 Os opostos se atraem porque se completam,
                               Os iguais se atraem, porque se aperfeiçoam.